Ouro Preto restaura monumentos sem demandar recursos públicos
Em 16/04/2018

Por Mateus Guimarães

A realização de grandes eventos em Ouro Preto dinamiza a vida urbana na cidade, projeta a imagem do município, gera emprego e renda para a população local e, em ação inovadora da gestão municipal, passou a gerar retornos ao patrimônio público edificado presente na cidade. Assim, a Casa da Ópera, o Anexo desse Teatro, bem como a Casa do Folclore terão suas fachadas restauradas, como medida compensatória pelo uso da Praça Tiradentes em um evento esportivo.

Em especial, no Ano do Patrimônio Cultural, celebrado neste ano de 2018, por meio de lei de autoria do Prefeito de Ouro Preto, Júlio Pimenta, o restauro das fachadas ganha ainda mais importância, e faz parte de um programa que busca revitalizar todos os espaços públicos municipais.

O Secretário de Cultura e Patrimônio, Zaqueu Astoni, explica que todos os eventos/atividades que pleitam utilizar a Praça Tiradentes para fins comerciais, com montagem de estruturas físicas, devem apresentar projeto perante o município, bem como ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a fim de que os impactos da ação ao patrimônio edificado da Praça, cartão postal da cidade, sejam avaliados. Nesse processo, em caso de aprovação, os projetos recebem instruções para minimizar eventuais impactos ao conjunto arquitetônico.

A Casa da Ópera:
Erguido no Largo do Carmo, no Centro Histórico, reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, a Casa de Ópera tem formato de lira, sendo um dos poucos teatros no mundo que recriam o instrumento símbolo do nascimento da ópera. Com acústica perfeita, está entre as grandes paixões de cantores líricos e pesquisadores da obra, tanto pela beleza como pela longevidade, sendo o Teatro mais antigo das Américas em funcionamento.

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